PLANNED PARENTHOOD FATURA QUASE 25 MIL DÓLARES VENDENDO PARTES DE BEBÊS ABORTADOS.


Recentemente, faturas públicas mostraram que uma afiliada da Planned Parenthood cobrou de uma empresa que trabalha com tecidos humanos a quantia de quase US $25.000 pela venda de partes de corpos de bebês abortados, no período de julho a setembro de 2012.

A Planned Parenthood reconheceu publicamente que eles eram pagos pelo tecido fetal. Porém, a instituição informou que só era reembolsada pelos custos. A organização afirmou posteriormente que não aceitaria mais nem mesmo reembolsos.

As três faturas de 2012 mostram que a Planned Parenthood Mar Monte cobrou US $24.940 da StemExpress, ao longo de três meses, por coleta de amostras de órgãos fetais e sangue materno. Um contrato renovável de um ano entre as duas entidades, iniciado em 1º de abril de 2010, estabeleceu os termos do contrato: US $55 por órgão fetal “determinado na clínica como utilizável” e US $10 por amostra de sangue.

O contrato de 2010 da Planned Parenthood Mar Monte com a StemExpress determinou que o acordo entre as duas empresas continuaria “por mais períodos sucessivos de um ano depois” na ausência de rescisão. O contrato também se refere aos pagamentos como reembolso por “custos razoáveis“.

As faturas de 2012 resultam de um conflito de anos entre o Planned Parenthood e o Presidente do Centro de Progresso Médico (CMP), David Daleiden, que afirmou que o Planned Parenthood lucra com partes do corpo fetais obtidas através de abortos. Daleiden se apresentou como comprador de tecidos fetais e gravou e publicou secretamente vídeos de funcionários da Planned Parenthood, em 2013 e 2014, discutindo a venda de partes do corpo fetal. A Planned Parenthood disse que os vídeos foram editados enganosamente e processaram Daleiden e CMP em março de 2016.

Após a publicação dos vídeos secretos de Daleiden, a Planned Parenthood anunciou em outubro de 2015 que os centros de saúde da Planned Parenthood, que fornecem tecido fetal, não aceitariam mais nenhum reembolso.

Isso remove, sem sombra de dúvida, a idéia ridícula de que a Planned Parenthood tem algum interesse financeiro na doação de tecido fetal – e mostra a verdadeira agenda por trás desses ataques“, disse a então presidente da Planned Parenthood, Cecile Richards.

Daleiden anexou as faturas de 2012 no Tribunal Distrital do Condado de Jefferson em Colorado em abril, como parte de um processo por difamação que abriu contra um ex-funcionário da Planned Parenthood. As três faturas são datadas de 2 de agosto de 2012, 5 de setembro de 2012 e 28 de setembro de 2012. Não está claro se o contrato foi rescindido antes de setembro de 2012.

O contrato define POC, ou um Produto da Concepção, como “qualquer órgão fetal ou outro material fetal ou placentário retirado de um útero humano durante um aborto” e órgão fetal como “o rim humano, coração, pulmão, pâncreas, medula óssea, córnea, olho, osso e pele, ou qualquer subparte, e qualquer outro órgão humano ou subparte como proveniente de um feto.

A Planned Parenthood recebeu mais de US $2 milhões em danos em novembro de 2019 em sua ação contra Daleiden depois que um júri decidiu que ele infringiu as leis federais e estaduais quando filmou secretamente os trabalhadores da Planned Parenthood.

Fonte: https://dailycaller.com/2020/04/14/planned-parenthood-david-daleiden-stemexpress-fetal-body-parts-payments-lawsuit/

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