A CAMPANHA “NÃO É NÃO” É UMA ABERRAÇÃO!!!


“NÃO É NÃO”, a nova moda do Carnaval, é o símbolo da hipocrisia regressista (leia-se, da esquerda e da direita liberal), produzida com o intuito de embaralhar a cabeça da sociedade, como num jogo ideológico, colocando algozes no local de vítimas, e vítimas na posição de algozes. Explico.

A revolução sexual age há várias décadas em diversas frentes, de forma paralela e constante, sendo composta na sua linha de ataque por, mas não exclusivamente: intelectuais orgânicos, feministas, psicólogos, cientistas sociais, artistas, sexólogos, católicos, evangélicos, comunistas e os apoiadores diretos e indiretos da causa.

A estratégia é simples: “empoderam” mulheres e meninas a se sexualizarem precocemente; a exporem seus corpos a quantos parceiros puderem; a manterem relações sexuais fúteis e efêmeras; a menosprezarem o fruto dessas relações sexuais (chamando-o de amontoado de células); a depreciarem o casamento; a desmerecerem a fidelidade; a fazerem chacota sobre a castidade; a reduzirem a sexualidade humana ao sexo bestial; a elogiarem o grotesco, o feio, o tosco, o execrável; a incendiarem as mentes e os corpos de meninas com a devassidão, com a libertinagem; a sacralizarem o nu. O intuito é claro: quanto mais “soltas”, mais “livres”, mais “fortes”, com mais “poderes”. Ledo engano, mas o resultado disso é catastrófico!

Após dezenas de anos de implantação conjunta dessas estratégias, cujo produto é uma sociedade erotizada, sem limites morais, cheia de homens vazios de sentido e de espiritualidade, sem a mínima percepção do imaterial, não nos sobra outra constatação da que estamos rodeados de humanos-animais em busca de corpos seminus para satisfazerem suas necessidades, sejam sexuais, econômicas, sociais.

Mal sabem muitas dessas mulheres que elas estão sendo usadas, há décadas, como meretrizes de uma manobra social organizada para dizimar seus corpos, almas e mentes. Mal sabem também muitos desses homens que são vítimas direcionadas ao caminho de perdição, onde serão perseguidos em suas menores ações, sejam verbais ou corporais. Todos são vítimas da Revolução Sexual, seja você partícipe dela ou não.

Na essência, o NÃO É NÃO significa apenas mais uma etapa da uma guerra cultural contra a feminilidade pueril; contra a mansidão do sexo feminino; contra o casamento; contra a família tradicional; contra a fidelidade; contra a castidade; contra a preservação dos corpos; contra o respeito à mulher, à vida e aos valores humanos naturais que nos trouxeram até os dias atuais.

De resto, infelizmente, nos sobram mulheres com desejos insaciáveis e homens enfraquecidos na capacidade de controlar seus desejos de serem saciados. Está aplainado o terreno perfeito para o aumento de estupros, da violência sexual, da infecções por HIV; do desrespeito às meninas, mulheres, mães, professoras; para o aumento de divórcios, uniões homossexuais, abortos.

Os ideólogos que planejam toda essa esculhambação sexual entre homens e mulheres, mulheres e mulheres, homens e homens, homens-mulheres-bichos etc. são os mesmos que depois usam seus militantes para virem pedir respeito e bom comportamento social. Mas ora, isso é ou não é contraditório? Os sujeitos criam um animal para matar e depois colocam a culpa nos que não souberam se defender.

O NÃO É NÃO quer mesmo é perseguir o sexo masculino, o único capaz de defender as maiores vítimas da revolução sexual em curso: as mulheres.

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