SUBMISSÃO


Segurem-se às poltronas! A nova estratégia da maior rede de televisão brasileira é aplanar o terreno para a miscigenação muçulmana no Brasil. A onda da vez é a glamourização do povo muçulmano, através de novelas em horário nobre, tudo protagonizado por par de namorados formado entre descendente de muçulmano, o bom moço, e brasileira apaixonada. É o processo inicial de romantização e vitimização dessa parcela do mundo árabe.

Antes de tudo é importante lembrar que não é novidade que a vitimização de imigrantes muçulmanos, principalmente na Europa, foi uma das principais estratégias adotadas para fazê-los ingressar livremente em território europeu. Ante uma massa incontrolável de imigrantes – muitos deles terroristas encasulados –, alguns países daquele continente começaram a revisar suas políticas imigratórias, visando a proteção de sua população. Estupros, homicídios, violência contra mulheres e desrespeito às normas seculares e religiosas cristãs são comuns entre muçulmanos. Mesmo com tudo isso, parece que o exemplo catastrófico da Europa não foi suficiente para alertar as fronteiras da nossa nação.

Como dizíamos, o cenário de encantamento pelo povo muçulmano vem sendo construído vagarosamente em nosso país, principalmente pela mídia engajada na destruição dos valores cristãos. Há pelo menos uma década iniciou-se um sorrateiro processo de sedução da nossa sociedade a fim de enxergar com “bons olhos” a convivência entre muçulmanos e cristãos. Quanto perigo! Em breve, a mera sedução alcançará níveis de paixão a esse povo estrangeiro, chegando a um cenário em que será inadmissível imaginar o fato de se querer a deportação desses “bons moços” muçulmanos, representados no imaginário popular pelo galã de novela. Da mesma forma, duvidaríamos da índole de quem se colocasse contra esses infelizes “órfãos” de suas terras. Quem seria tão mau em pensar algo assim?

A partir desse ponto, qualquer um de nós que tentasse explicar que a imigração muçulmana é prejudicial ao nosso país, colocando em risco de morte nossas famílias, nossas mulheres, nossas crianças, pagaria muito caro por isso. Os fatos de violência e terrorismo praticados por muçulmanos contra brasileiros não mais seriam suficientes para mudar a mentalidade da população brasileira. Antes disso, seremos taxados de xenófobos, preconceituosos e presos pelo crime de racismo.

Padeceremos, mais uma vez, vítimas de minorias, que louvando seus extensos direitos e mínimos deveres, perseguirão quem contra elas se opuser.

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