A boy waves a rainbow flag during a Gay Pride march held in Nicosia, Cyprus June 6, 2015. Cyprus recently passed legislation penalizing incitement to hatred on grounds of sexual orientation and authorities say they are preparing legislation for civil partnerships. REUTERS/Yiannis Kourtoglou - RTX1FE21

HOMOSSEXUALIZANDO UMA GERAÇÃO


Está se tornando cada vez mais comum nos depararmos com crianças e adolescentes em dúvida sobre sua sexualidade. Precocemente, familiares são surpreendidos por jovens com tendências sexuais inesperadas ou convictos sobre sua homossexualidade, embora reveladas em período de extrema imaturidade. Esses fatos, não mais tão isolados, demandam uma honesta análise, para que possamos compreender em que momento histórico estamos inseridos.

Precisamos partir do princípio que todo ser humano deve ser respeitado em suas escolhas. Mas há exceção para essa regra, principalmente quando se trata de crianças e adolescentes em conflitos internos, muitos destes frutos de uma perturbação sexual orquestrada internacionalmente e aplicada à uma leva de meninos e meninas indefesos, em diferentes espaços sociais, seja através de canais de TV, escolas, jornais e revistas. Isso tudo ampliado pelo fácil acesso à expressiva quantidade de informações disponibilizadas nas mídias sociais.

Presenciamos um processo revolucionário sobre os costumes, a moral e os padrões sexuais. Aprofundada a partir dos anos 1960, a revolução sexual identificou seu principal público-alvo: crianças e adolescentes. Definido em quem concentrar os esforços para a mudança comportamental, iniciou-se uma enxurrada de ações coordenadas para subverter os conceitos sexuais de toda uma geração.

Por trás da falsa ideia de liberdade, felicidade e “empoderamento”, os manipuladores se utilizam do argumento de uma sexualidade ilimitada, maleável e não-objetiva para expandir os horizontes experimentais desses jovens. A estratégia é concentrada no direcionamento da juventude à vivência sexual irrestrita, principalmente pela quebra de paradigmas, o que inclui a normatização da homossexualidade. Essas iniciativas revolucionárias se tornam ainda mais perturbadoras quando experimentadas em Escolas, cujo ambiente se torna desfavorável a jovens e pais, embora completamente conveniente aos radicais. É inadmissível que educadores tratem tão irresponsavelmente sobre questões que envolvem sexualidade, levando afirmações descabidas sobre o tema às modernas vítimas sexuais.

Os pais que enfrentam tal dificuldade devem compreender que a quase totalidade desses jovens reencontrará sua sexualidade originária ao passarem por essa conturbada fase da adolescência. Entretanto, nesse confuso período, os genitores precisam mapear os pontos de má-influência e afastá-los urgentemente de seus filhos, denunciando os maus-tratos às autoridades competentes.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *